sábado, 7 de novembro
PublicidadeZé do Sertão
PublicidadeGoverno do Estado da Bahia

Secretaria de Educação de Juazeiro e Petrolina estão analisando a legislação e as melhores estratégias para garantir o cumprimento da Lei que proíbe celulares nas salas de aula

Por Rogenilson Reis 3 min de leitura

Um polêmico personagem que frequentava as salas de aula está saindo de cena. O telefone celular, cuja presença nas escolas era alvo de reclamações por uns, e defendido categoricamente por outros, entra em 2025 um tanto fora de área. Após anos de embates e debates, o uso do aparelho móvel foi banido das salas de aula – ao menos da forma como era até então – conforme lei sancionada na segunda-feira (13 de janeiro) pelo governo federal. 

Mas como as escolas estão se preparando para essa nova etapa com telinhas desplugadas? A REDEGN buscou respostas. Veja no final da reportagem o que diz a Prefeitura de Juazeiro e também Petrolina.

PublicidadeDestak Nutri Prime

No geral, a adesão ao novo regramento é tido como desafio para as escolas consultadas pelo Jornal Estado de Minas, tanto na rede privada quanto no ensino público. As instituições educacionais defendem que somente proibir o uso do aparelho não irá surtir a eficácia desejada se as entidades não criarem um ambiente favorável ao diálogo com os estudantes.

A variedade de medidas estudadas pelas escolas para domesticar o uso de telefones celulares é elástica. Algumas dizem que não vão recolher os aparelhos dos alunos, contando com o empenho dos estudantes. Outras, no entanto, já providenciam até mobiliário próprio para trancar os aparelhos eletrônicos e não descartam emitir advertências aos meninos e meninas.

 Um dos receios no segmento educacional é que a simples implementação da lei sem o devido diálogo tenha desdobramentos ineficazes. Para Eldo Pena, diretor de um colégio particular, é fundamental a conversa com os estudantes sobre a motivação por trás dessa regulamentação. “É a necessidade de educar para o uso. Proibição pela proibição não vai gerar nada”, diz. Ele acredita que se o estudante não for apresentado aos motivos, a medida pode parecer uma “pegação no pé” por parte da escola.

Outra novidade que pode preocupar é o banimento do celular durante os intervalos. Para uma diretora também de escola particular em Petrolina, a extensão da proibição para o momento de descanso dos estudantes é louvável, uma vez que o impacto dos eletrônicos também têm se manifestado nos pátios da escola. “Recreio é aprendizagem da vida social. Recreio é momento de troca, de conversar, de usar o corpo. É para descansar, para relaxar. É um momento lúdico. O celular do recreio provoca muito isolamento”, afirma Ana Amélia.

PREFEITURA DE JUAZEIRO: A Secretaria de Educação de Juazeiro (Seduc) está analisando a legislação e traçando as melhores estratégias para garantir o cumprimento da Lei n° 15.100/25, que proíbe alunos de usarem telefone celular e outros aparelhos eletrônicos portáteis em escolas públicas e particulares.

A REDEGN também questionou a Prefeitura de Petrolina. “As estratégias serão apresentadas inicialmente para os gestores escolares essa semana durante seminário  que está acontecendo e posteriomente serão divulgados”, finalizou a nota Prefeitura de Petrolina.redação redegn Fot ilustrativa Agencia Brasil

Comentários

Deixe seu comentário

Seu e-mail não será publicado. Comentários passam por moderação.

Compartilhar no WhatsApp

Parceiros e publicidade

PublicidadeDeputado Juvenilson Passos
PublicidadeDeputado Roberto Carlos
PublicidadeDestak Nutri Prime
PublicidadeGoverno do Estado da Bahia
PublicidadeJordávio Ramos
PublicidadePrefeitura de Capim Grosso
PublicidadePrefeitura de Casa Nova
PublicidadePrefeitura de Juazeiro
PublicidadeRádio Vale Comentar FM (próprio)
PublicidadeVale Empregos (próprio)
PublicidadeZé do Sertão