domingo, 8 de novembro
PublicidadeDeputado Roberto Carlos
PublicidadePrefeitura de Juazeiro

Sem reforma da Previdência, bolsa família não poderá ser pago, afirma Arthur Maia

Por Vale Comentar 3 min de leitura
Reforma será votada na câmara. Foto: Fotos Públicas/Divulgação
O relator da reforma da Previdência, Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), afirmou que o programa Bolsa Família não poderá ser pago sem a aprovação da reforma da Previdência. Em entrevista à TV Brasília, o relator previu que haverá aumento de tributos e queda para zero dos investimentos públicos. O relator já contabiliza entre 290 a 310 votos a favor da reforma. Mas admitiu que o tempo “milita” contra a aprovação da reforma. Ele admitiu que não há segurança ainda da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC). “É muito difícil ter segurança absoluta de aprovação de um tema que trata de reforma constitucional. É um quórum elevado”, afirmou.
Oliveira Maia classificou de estelionato eleitoral a proposta de parlamentares de deixar a votação para depois das eleições de 2018. ” É muita falsidade ideológica eleitoral. Se sou deputado, o que eu penso antes da eleições eu tenho que falar”, cobrou. Ele voltou a afirmar que cabe ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, definir a data de votação da PEC. “Não há dúvida que existem deputados com interface da eleição”, disse.
Ao ser informado de declaração do presidente do PMDB, Romero Jucá (RR), de que o partido vai fechar questão a favor da proposta e que o Senado vai votá-la em fevereiro, o relator disse. “Tomara! Oxalá, como diz na Bahia. Fevereiro é bom. O dia 2 de fevereiro é de Iemanjá”, disse.
Punição
Para o relator, os deputados que votarem contra a reforma serão “punidos” se a economia naufragar sem a votação da reforma. Por outro lado, ele previu que, com a aprovação da reforma da Previdência, os aliados estarão enfrentando as eleições com a economia crescendo a 3%. Ele ponderou que o crescimento está ainda engatilhando. “Nós que votamos a favor do impeachment somos sócios do resultado desse governo. Não há dúvida que o presidente tem popularidade baixa, mas do ponto de vista econômico ele está acertado”, disse. O relator disse que tem uma expectativa grande de que a proposta será aprovada e minimizou as sugestões de que a problema do déficit da Previdência poderá ser resolvido com a cobrança das dívidas ao INSS. Segundo ele, se os juízes decidissem votar a favor do governo em todas as ações de dívidas previdenciárias, a arrecadação seria de R$ 200 bilhões, suficiente para pagar apenas “alguns meses” dos benefícios.
Pesquisas
Segundo ele, as pesquisas mais recentes apontam que hoje já existem mais pessoas apoiando a Previdência do que o contrário. “Houve propaganda muito negativa”, disse ele, destacando que com a aprovação todos os trabalhadores terão o mesmo tratamento na hora de aposentar. Ele disse que é preciso enfrentar a resistência e pressão do funcionalismo contra a Previdência. “Toda a resistência reside no funcionalismo”, disse.
PublicidadeGoverno do Estado da Bahia
Receba as notícias do Vale Comentar no seu WhatsApp Entre no grupo e acompanhe as principais notícias de Juazeiro e região.

Últimas notícias

Comentários

Deixe seu comentário

Seu e-mail não será publicado. Comentários passam por moderação.

Compartilhar no WhatsApp

Parceiros e publicidade

PublicidadeDeputado Juvenilson Passos
PublicidadeDeputado Roberto Carlos
PublicidadeDestak Nutri Prime
PublicidadeGoverno do Estado da Bahia
PublicidadeJordávio Ramos
PublicidadePrefeitura de Capim Grosso
PublicidadePrefeitura de Casa Nova
PublicidadePrefeitura de Juazeiro
PublicidadeRádio Vale Comentar FM (próprio)
PublicidadeVale Empregos (próprio)
PublicidadeZé do Sertão