Tum vai mostrar os caminhos para encarar os gargalos do agro
Até dezembro, Tum era deputado estadual lutou para instalar na Alba a CPI da Coelba
Secretário da Agricultura da Bahia, Tum (centro) – Foto: Raphael Muller | Ag. A TARDE
Se perguntar lá pelo norte da Bahia quem é Wallisson Oliveira Torres poucos sabem, mas se perguntar quem é Tum, Deus e o mundo apontam: é o fazendeiro que virou deputado e agora é secretário da Agricultura da Bahia.
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Pernambucano de Petrolina que adotou Casa Nova como terra-mãe, onde cultiva manga e uva, ele dia 28 estará na Comissão de Agricultura da Assembleia para dizer o que julga necessário para encarar os gargalos do agronegócio baiano, que não por coincidência, mas pela ineficiência, são os mesmos da indústria.
— Nós temos clima, terra e água, mas não temos infraestrutura básica, como energia e estradas, e também portos. Fica difícil produzir aqui e exportar lá pelo Maranhão.
Modelo paulista —Até dezembro Tum era deputado estadual (se candidatou a federal e perdeu) e até o último instante lutou para instalar na Assembleia, sem sucesso, a CPI da Coelba, segundo ele, com uma estrutura precária por falta de investimentos.
— A Bahia é um estado imenso para uma só empresa fazer a distribuição da energia. Em São Paulo são quatro. Acho que deveríamos fatiar o território baiano do mesmo jeito. O contrato com a Coelba vence daqui a dois anos.
Tum diz que a Ferrovia Oeste Leste (Fiol) sem dúvida vai dar uma grande contribuição para mudar essa realidade, mas mesmo assim precisa de muito mais.
Claro que ele vislumbra o caminho a seguir no embalo dos bons ventos que sopram na política para a Bahia, com Rui Costa em Brasília. É agora ou nunca.
Fonte: A Tarde











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