Estudantes da UNEB/CAMPUS III, em Juazeiro, se uniram na noite desta sexta-feira (09) e realizaram grande ato pela democracia e contra a política de cortes na educação caso Flávio Bolsonaro (PL) seja eleito. Os estudantes declaram apoio à reeleição do presidente Lula (PT).

Há anos que o movimento estudantil estava adormecido. Nos anos 70, 80 e 90, a universidade era a maior referência do Vale do São Francisco e da Bahia com estudantes nas ruas portando faixas e bandeiras lutando por seus direitos. Numa demonstração de garra, eles decidiram retomar um espaço que estava vazio encampando a luta pela democracia e direitos sociais por uma educação de qualidade.

Os estudantes decidiram abraçar uma luta contra a política de redução de gastos prometida pela equipe econômica do candidato do PL que pode atingir bolsas de pesquisa, institutos federais, universidades públicas, o Pé-de-Meia, entre outros programas educacionais.
Há anos que o movimento estudantil estava adormecido. Nos anos 70, 80 e 90, a universidade era a maior referência do Vale do São Francisco e da Bahia com estudantes nas ruas portando faixas e bandeiras lutando por seus direitos. Numa demonstração de garra, eles decidiram retomar um espaço que estava vazio encampando a luta pela democracia e direitos sociais por uma educação de qualidade.


Entre as propostas está o corte orçamentário de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2027, o equivalente a R$ 190 bilhões. A medida provoca preocupação com um possível desmonte das universidades públicas e gratuitas, que concentram grande parte da produção científica brasileira, afetando também a educação básica e outras áreas sociais.
O possível corte no programa e nos investimentos em universidades públicas não representa apenas uma redução de despesas. As medidas podem afetar o acesso ao ensino superior, a formação de pesquisadores e a própria capacidade do país de produzir ciência e tecnologia.
Entre os atingidos estariam as bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), destinadas à pós-graduação e a formação de professores.
Ainda assim, dentre outros projetos, está o risco das regras orçamentárias defendidas pela equipe econômica de Flávio Bolsonaro, a eventual redução de recursos pode afetar Fundeb, salários, carreiras e políticas educacionais. A mudança pode repercutir sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que financia parte das despesas das redes públicas de ensino, inclusive a remuneração dos trabalhadores.







