A reeleição do Presidente Lula (PT) neste domingo (25), após a vitória de Jerônimo Rodrigues (PT) no primeiro turno das eleições 2026, provoca uma pergunta inevitável nos bastidores políticos do município de Juazeiro: Quem ganha e quem perde após o veredito das urnas?
Nos bastidores e redes sociais, o prefeito Andrei Gonçalves (MDB), é avaliado como o que mais ganhou projeção política com os bolteins de urna no primeiro e segundo turno: seus candidatos para a ALBA foram eleitos; deu uma expressiva votação ao candidato a deputado federal do MDB, seu partido, em que pese Jayminho não ter ido eleito; reverteu a vitória de Jerônimo em Juazeiro, que hava perdido na eleição passada, no segundo turno; Teve eleito seus dois candidatos ao senado, Ruy Costa e Jaques Wagner e comemorou neste domingo (25), numa avenida lotada de gente, a reeleição do presidente Lula, o que deve facilitar o acesso de recuros em Brasília.
Nesta base de apoio a Jerônimo e Lula, aparecem ainda Joseph Bandeira (PSB) e o filho Leonardo (PSD), além dos deputados Zó, Juvenilson e Roberto Carlos, mas sem a mesma força colhida por Andrei, por ser prefeito do município, de ter acesso livre e gozar de bom prestígio com o governador e as lideranças petistas no estado.Na ala oposicionista, o ex-prefeito Isaac Carvalho e a ex-prefeita Suzana Ramos não colheram os melhores frutos, após os boletins de urna.
Isaac Carvalho, um ex-aliado do PT, viu seus candidatos ao governo da Bahia, Presidencia da República e senado fracassarem nas urnas, mesmo resultado que já havia colhido na última eleição para prefeito de Juazeiro, quando apresentou um sobrinho como candidato.
Suzana Ramos, ex-prefeita de Juazeiro, ganhou com a reeleição do filho, Jordávio Ramos, mas com votação bem menor que a colhida na última eleição. Suplente de João Roma para o senado, sonhava com a possibilidade de até assumir uma vaga no senado, se João Roma e Flávio ganhassem, mas os dois perderam.
Nesta base oposicionista o insucesso ns urnas já rendem questionamentos sobre “culpados” e indicativos de que uma possível aliança em 2028 deve passar por muitas divergências, com uma turma nova, mais à direita, insinuando que quer buscar espaços de poder fora das lideranças mais tradicionais.
Bastante elogiado pela sua atuação na eleição deste ano e pelos números conqusitados nas urnas, no primeiro e segundo turno, Andrei Gonçalves, pelo andar da carruagem, tem tudo para se estabelecer com a maior liderança regional, aos olhos dos aliados, aqui e fora.da redação redeGN







